Site próprio, Jusbrasil ou só Instagram: o que o advogado precisa?
Muitos advogados começam pelo Instagram ou por um perfil em portal jurídico. Faz sentido: é rápido e de graça. O problema aparece quando a pessoa pesquisa o seu nome ou a sua área no Google e não encontra um lugar que transmita seriedade. Cada canal tem um papel diferente.
O papel de cada canal
- Instagram: mostra quem você é e mantém contato com quem já te segue. O alcance depende do algoritmo, e a busca por serviços jurídicos acontece mais no Google.
- Portais jurídicos: dão visibilidade dentro da plataforma, ao lado de muitos colegas. O perfil segue as regras e o layout do portal.
- Site próprio: é o endereço oficial do escritório. Aparece no Google com o seu nome, reúne as áreas de atuação, os conteúdos e o contato, e é seu.
Por que o site faz falta
O cliente pesquisa antes de ligar
Você não controla a plataforma
Conteúdo que trabalha por anos
Como combinar os três
- Site como base: áreas de atuação, quem é você, conteúdo e contato.
- Instagram para mostrar o dia a dia e levar as pessoas ao site (link na bio, destaques com os artigos).
- Portais como canal extra, sempre com link para o site.
Assim, quem chega por qualquer canal encontra o mesmo endereço oficial e um caminho claro até o WhatsApp.
Perguntas frequentes
Só o Instagram não basta?
Ajuda a manter relacionamento, mas não é onde a maioria pesquisa serviços jurídicos, e o alcance depende do algoritmo. O site complementa as redes e aparece no Google.
Preciso sair dos portais jurídicos se tiver site?
Não. Eles podem continuar como canal extra, apontando para o seu site.
